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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Exposição Queermuseu do Banco Santander


 
 

A exposição de “arte” feita pelo Banco Santander trouxe, segundo rumores, a saída de muitos clientes correntistas. Ela tinha como objetivo valorizar a diversidade sexual através de temáticas LGBT. Os rumores são de que até agora 22.000 correntistas romperam com o banco. Lógico que grande parte é de cristãos por não concordarem com a exposição (também não concordo).

Romper com o banco é a solução? Quem errou? Foi a instituição Santander ou o funcionário que autorizou expor tal “arte”? Não discordo e nem concordo pelos que agiram assim. Cada um faça o que julgar melhor e é certo que a saída desses correntistas e de outros que estão saindo deu uma grande lição (prejuízo financeiro).

Se o meu filho errar, rompo com ele?
Se a minha esposa errar, rompo com ela?

Sou capaz de romper com o banco, mas não rompo com a minha língua!
Sou capaz de romper com o banco, mas continuo a não dar o dízimo!

Se for para romper devo fazer isso comigo mesmo, pois sou um pecador:

“Se dissermos que não temos pecado nenhum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós” (1ª João 1:8).

Precisamos ter cautela para não virarmos legalistas. Que saia do banco quem quiser, mas termino com as palavras do Senhor Jesus:

 
“Jesus, porém, foi para o Monte das Oliveiras.
E pela manhã cedo tornou para o templo, e todo o povo vinha ter com ele, e, assentando-se, os ensinava.
E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério;
E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando.
E na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes?
Isto diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra.
E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.
E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra.
Quando ouviram isto, redarguidos da consciência, saíram um a um, a começar pelos mais velhos até aos últimos; ficou só Jesus e a mulher que estava no meio.
E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou?
E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais.” (João 8:1-11).

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Onde tens demonstrado que és servo?


 

 

 
 

Tempos atrás recebi um livro do meu pastor – Reverendo Moizés Moreira – cujo título é “A Revolução da toalha”, autor: Anselmo Amaral. Logo na leitura das primeiras páginas pude perceber o quanto o livro pode contribuir com a nossa caminhada.

Ao realizar a leitura senti o quanto Deus começou a ministrar em meu coração a cerca do exercício da liderança. Trata-se de uma leitura muito importante e edificante para aqueles que pretendem ou já exercem algum tipo de liderança, principalmente na Casa de Oração (igreja). No decorrer da leitura o Espírito Santo me fez uma pergunta:

- Por que apesar de tantas literaturas, livros e diplomas ainda careço de servos e servas de Deus?

Ele mesmo respondeu:

- Porque os que leem e estudam esperam a oportunidade de aplicarem os conhecimentos dentro da igreja, e é aí que está o erro!

Compreendi que a servidão começa quando estamos a sós, em casa e em família, amigos, trabalho e etc. Se esse princípio não for observado vamos reproduzir uma imagem na igreja ao qual não somos na íntegra. Ou seja, crentes de duas faces! Como vamos servir se somos reprovados nessas áreas vitais? Até onde queremos chegar disfarçando a nossa hipocrisia?

 

 

(Mateus 23:25)

“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que limpais o exterior do copo e do prato, mas o interior está cheio de rapina e de iniquidade”.


(1ª Timóteo 3:5)

“Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?”.

 

 

 

 

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Saindo da tenda


 

 


(Gênesis 15:5)

“Então o levou fora, e disse: Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência”.

 

Como seria bom avistarmos o que Deus tem para nós sem a obrigação de sairmos de dentro da tenda... lá dentro é tão confortável. Para compreendermos Deus e nos apoderar de suas promessas faz necessário abrir mão da tão confortável posição. Muitas tendas nos aprisionam e impedem de avançar-nos: tenda da arrogância, tenda da falta de perdão, tenda da mentira, tenda da dissimulação, tenda da soberba, tenda do ódio, tenda do egoísmo e tantas outras.

 

Dentro da tenda só avistamos a nossa ótica, porém quando saímos dela percebemos o quanto Deus quer nossa abençoar de modo que a nossa família será também alcançada. Acho que já está na hora de você se posicionar e buscar o que é teu em Cristo! Está preparado para contar as estrelas? “se as podes contar”.

 

 Ao sair da tenda não esqueça que o segredo é olhar para o céu, portanto foque no alvo certo. Olhe para Cristo e creia Nele!

 

Deus te abençoe.

 

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Quando porcos valem mais que a comunhão



 
 
“E toda a multidão da terra dos gadarenos ao redor lhe rogou que se retirasse deles; porque estavam possuídos de grande temor. E entrando ele no barco, voltou”
(Lucas 8:37).
 
Essa é uma passagem bíblica que me causa espanto! O contexto (Lucas 8:26-34) nos diz que Jesus antes de expulsar os demônios do homem gadareno permitiu que os mesmos entrassem numa manada de porcos.
O resultado foi que os porcos lançaram-se num precipício e se afogaram num lago. Ao verem isso, os porqueiros (criadores de porcos) saíram a anunciar por toda a cidade e campo.  
O homem agora estava liberto, curado, bem vestido, em perfeito juízo e assentado ao pés de Jesus! Em momento algum esse feito de Jesus impressionou os porqueiros. Por que eles estavam expulsando Jesus de Gadara?
Eles amavam mais os porcos que a Deus e ao próximo;
Porque não queriam que suas finanças sofressem “danos”; e
Entre dinheiro e comunhão o primeiro é mais importante.
 
 

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Pré-Reforma Protestante

 
 
A pré-reforma foi o período que antecedeu a Reforma Protestante. Durante este período da história, podemos destacar alguns pontos fundamentais do pensamento dos pré-reformistas.
O primeiro movimento da pré-reforma foi o da denominação cristã dos Valdenses, liderado por um cristão, comerciante de Lyon, chamado Pedro Valdo, onde por volta de 1174 ele se convertera ao cristianismo, renunciando às suas atividades seculares e aos seus bens, repartindo-os entre os pobres, e passou através de uma tradução da Bíblia numa linguagem simples a pregar ao povo, sem ser sacerdote. Para os Valdenses, a bíblia era a fonte de toda a autoridade eclesiástica, todos deveriam ter acesso às escrituras. Seus encontros eram realizados nos lares ou em grutas, devido à perseguição da igreja católica, eles rejeitavam a supremacia de Roma e a veneração das imagens.
 
Considerado como um dos precursores da reforma no século XIV, o professor, padre e teólogo inglês John Wycliff, incomodado com o poder político e abusivo do papa e seus cardeais, lançou seus questionamentos sobre o cristianismo. Ele reivindicava o retorno da igreja primitiva, simples e modesta como na era apostólica, limitando a igreja ao ofício das questões espirituais apenas, deixando as questões políticas para o estado. Wycliff era a favor da pobreza dos padres, em função disso ele organizou um grupo chamado de Lolardos. Wycliff contesta a cobrança de impostos e taxas na Inglaterra pelos papas, denuncia o papado e a estrutura eclesiástica, alegando que não deveriam existir distinções de classes dentro do clero e negou a doutrina da transubstanciação. Wycliff foi condenado e morto através de um concílio eclesiástico, morreu defendendo que a bíblia é a única e verdadeira regra de fé e prática.
 
Outro grande pré-reformador foi o eloquente pregador, sacerdote e intelectual da universidade de Praga João Huss, um verdadeiro representante do povo nos assuntos políticos e religiosos, impulsionado por um forte espírito nacionalista, Huss lutou ao lado do povo, para que esse garantisse seus direitos contra os alemães. Huss, também foi fortemente influenciado pelas ideias de Wycliff, lutou pelo direito de pregar a verdade cristã e contra a imoralidade do sistema clerical, defendia o princípio de que o Novo Testamento era a regra de fé para a igreja, e que o poder papal só podia ser obedecido se estivesse de acordo com as leis divinas. Acabou sendo excomungado, julgado e morto na fogueira na cidade de Constança como um verdadeiro mártir do seu tempo. Sua morte acabou por suscitar um espírito de revolta nos Boêmios, fazendo com que o povo criasse um grande partido que iniciou a guerra pela independência. Seus seguidores ficaram conhecidos na Europa como Hussitas.
Esse espírito dos pré-reformistas, também teve certa influência dos místicos cristãos como Bernardo de Claraval, Johannes Tauller e Mestre Eckhart entre outros, todos eles tinham em comum, o abandono das suas atividades seculares, doavam seus bens e buscavam um entendimento mais profundo das sagradas escrituras. Agostinho foi o monge que mais influenciou os ideais reformistas e principalmente Martinho Lutero.
 
 

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Recomeçar

 
 
 
Êxodo 34:1 "Então disse o Senhor a Moisés: Lavra duas tábuas de pedra, como as primeiras; e eu escreverei nelas as palavras que estavam nas primeiras tábuas, que tu quebraste".
 
Está disposto a recomeçar?
 
Na nossa caminhada às vezes quebramos coisas que Deus nos dá. No caso das primeiras tábuas foi a ira (Êxodo 32:19). No caso de Moisés, Deus o chama para uma segunda oportunidade. Deus também te chama agora para recomeçar!
 
Qual a diferença da primeira para a segunda oportunidade? É que agora você terá que preparar as tábuas. Recomece, se Deus está chamando, Ele te capacitará. Deus te abençoe.