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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Recomeçar

 
 
 
Êxodo 34:1 "Então disse o Senhor a Moisés: Lavra duas tábuas de pedra, como as primeiras; e eu escreverei nelas as palavras que estavam nas primeiras tábuas, que tu quebraste".
 
Está disposto a recomeçar?
 
Na nossa caminhada às vezes quebramos coisas que Deus nos dá. No caso das primeiras tábuas foi a ira (Êxodo 32:19). No caso de Moisés, Deus o chama para uma segunda oportunidade. Deus também te chama agora para recomeçar!
 
Qual a diferença da primeira para a segunda oportunidade? É que agora você terá que preparar as tábuas. Recomece, se Deus está chamando, Ele te capacitará. Deus te abençoe.

domingo, 21 de maio de 2017

O Brasil e o pecado!


 

 

(Lucas 12:2-3)

“Mas nada há encoberto que não haja de ser descoberto; nem oculto, que não haja de ser sabido.
Porquanto tudo o que em trevas dissestes, à luz será ouvido; e o que falastes ao ouvido no gabinete, sobre os telhados será apregoado”.

  

O que está acontecendo com o Brasil (meu país querido)? Por que tantos escândalos um atrás do outro? O que está acontecendo é que estão vindos à tona os diversos delitos praticados a muitos anos de forma silenciosa. A quem pense que pecados ficarão encobertos para sempre. A resposta em Lucas 12:2-3, palavras de Jesus.

O caráter hipócrita dos políticos não poderá ficar em oculto para sempre. Estão sendo expostos de forma alavancada e muitas outras informações ainda estão por vir. Nada que provém da prática do pecado poderá terminar de forma positiva ou satisfatória. Pode sobreviver por algum tempo, porém num determinado momento ocorrerá às consequências. As consequências são desastrosas tanto para quem as pratica como para aqueles que estão à volta. Olhe para a nação brasileira e veja como o nosso país está gemendo, a população sofre e vivemos sem expectativas de melhora.

A nação brasileira precisa conhecer a palavra de Deus, pois é ela quem vai dar direção e mostrar as coisas certas. Quando um justo governa, o povo se alegra, mas quando o ímpio domina, o povo geme diz (Provérbios 29:2). Estamos colhendo frutos de governos corruptos quem só pensam em roubar mais e mais. Mesmo com operações policiais em curso, continuam com suas práticas pecaminosas.

O que esperar de uma nação que não reconhece Deus como Salvador de suas vidas? A ruína está a caminho e só tem uma saída:

“E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” (2º Crônicas 7:14)

Brazil and sin!


 

 

(Luke 12: 2-3)

"But there is nothing hidden that is not to be discovered; Nor hidden, that shall not be known.

For whatsoever ye have spoken in the dark shall be heard in the light; And what you have spoken in the ear in the study, on the roofs shall be proclaimed. "

What is happening with Brazil (my beloved country)? Why so many scandals one after the other? What is happening is that the various crimes that have been practiced for many years in silence have come to light. To those who think that sins will be covered forever. The answer in Luke 12: 2-3, words of Jesus.

 

he hypocritical character of politicians can not be hidden forever. They are being exposed in a leveraged way and many other information is yet to come. Nothing that comes from the practice of sin can end in a positive or satisfactory way. It can survive for some time, but in a certain moment the consequences will occur. The consequences are disastrous for both practitioners and those around. Look at the Brazilian nation and see how our country is groaning, the population suffers and we live without expectations of improvement.


he Brazilian nation needs to know the word of God, for it is she who will give direction and show the right things. When a righteous man rules, the people rejoice, but when the wicked rule, the people moan says (Proverbs 29: 2). We are reaping the fruits of corrupt governments who only think of stealing more and more. Even with ongoing police operations, they continue their sinful practices.


What to expect from a nation that does not recognize God as the Savior of their lives? The ruin is on the way and only has one exit:

 
"And if my people, which are called by my name, humble themselves, and pray, and seek my face, and turn from their wicked ways, then will I hear from heaven, and will forgive their sins, and will heal their land . "(2 Chronicles 7:14)


Translation: Google translator
 

 

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Qualificações do Conselheiro eficaz


 

 
 
 

UM BOM CONSELHEIRO

O que faz de alguém um bom conselheiro? Num estudo de quatro anos conduzido com pacientes hospitalizados e vários conselheiros, foi descoberto que os pacientes melhoravam quando seus terapeutas mostravam um nível elevado de cordialidade, sinceridade e compreensão empática correta. Quando faltavam essas qualidades ao conselheiro, os pacientes pioravam. Essas primeiras descobertas foram apoiadas por pesquisas subsequentes tanto com pacientes como com aconselhados não hospitalizados. As qualificações do conselheiro são de tal importância que vale a pena considerá-las em mais detalhe:

 

CORDIALIDADE

Este termo implica em cuidado, respeito ou preocupação sincera, sem excessos, pelo aconselhado — sem levar em conta seus atos ou atitudes. Jesus mostrou isto quando se encontrou com a mulher junto ao poço. As qualidades morais dela talvez deixassem a desejar, e ele certamente jamais aprovou o comportamento pecaminoso; mas, mesmo assim, Jesus respeitou a mulher e a tratou como pessoa de valor. Sua atitude calorosa, interessada CLÍNICA PASTORAL deve ter sido aparente onde quer que fosse.


SINCERIDADE

O conselheiro sincero é "real" — uma pessoa aberta, franca, que evita o fingimento ou uma atitude de superioridade. A sinceridade implica em espontaneidade sem irreflexão e honestidade sem confrontação impiedosa. Isto significa que o ajudador é profundamente ele ou ela mesmo — não sendo do tipo que pensa ou sente uma coisa e diz algo diferente.

 
EMPATIA

Como o aconselhado pensa? Como ele se sente na verdade por dentro? Quais os valores, crenças, conflitos íntimos e mágoas do aconselhado? O bom conselheiro mostra-se sempre sensível a essas questões, capaz de entendê-las e comunicar eficazmente essa compreensão (por palavras ou gestos) ao aconselhado. Esta capacidade de "sentir com" o aconselhado é o que queremos dizer com compreensão empática correta. É possível ajudar as pessoas, mesmo quando não entendemos completamente, mas o conselheiro que consegue a empatia (especialmente no início do aconselhamento) tem mais probabilidade de tomar-se um ajudador eficaz de pessoas.

sábado, 18 de março de 2017

Tua família trabalha para o Senhor Deus?







 

 

(Josué 24:15)

“Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.”

 

 

Certa feita o Brasil comprou dois gramas de rádio. Apesar de sua insignificante quantidade, este preciosíssimo metal veio acondicionado em 629 quilos de chumbo para não contaminar os que se encontrassem ao seu alcance. Calcula-se que esses dois gramas de rádio durem pelo menos duzentos anos! De um fragmento microscópico, colocado atrás duma chapa de metal fluorescente, irradiam-se ininterruptas faíscas. Mesmo submerso no frio intenso do hidrogênio liquefeito, não cessa de dispender luz e calor. A radioatividade é contínua.


Aquele que criou o rádio quer que todos os seus filhos também tenham vida em abundância, vida que emita luz e calor ininterruptos num mundo que está cheio de incredulidade. O Senhor Jesus assim vivia. Não se podia esconder do povo, nem quando entrava em casa querendo que o ignorasse (Marcos 7:24). Transbordava de virtude. Bastava aos doentes tocarem nas fímbrias de suas vestes para que fossem curado.


Semelhantemente, a vida de Jesus não é para aquele que se sente tentado a dizer: "Não posso achar tempo para o culto doméstico, nem para a oração ou para a leitura da Bíblia". Apesar de tantas ocupações, sempre há os que vencem para seguir o exemplo de Moisés, Daniel e outros homens que foram poderosos em oração. O que dizer do amado Salvador que, embora estivesse constantemente ocupado com as multidões, mantinha permanente contato com o Pai? A vida espiritual, que emite luz e calor ininterruptos, como na ilustração do rádio, também não é para os que, formalmente, se limitam a orar, ler a Bíblia, pagar os dízimos etc. Mas para os que fazem tudo isto com espírito de verdadeira adoração. Disse certa moça quando lhe pediram que explicasse o sentido da leitura devocional da Bíblia: "Recebi ontem uma carta de alguém a quem tenho entregado o meu coração, e devotado toda a minha vida. Confesso que li a carta cinco vezes, não porque não a entendesse à primeira leitura, nem porque pensasse em ganhar o favor do autor por meio da leitura repetida da sua epístola. Li-a porque estou devotada a quem me escreveu''. A leitura da Bíblia, feita com este motivo, é devocional; para quem a lê neste espírito é, em todos os sentidos, uma carta de amor. Essa moça tinha razão. E impossível alcançar o alvo de orar todas as manhãs, fazer o culto doméstico diário, dedicar o domingo a Deus e levar almas ao Salvador, sem a unção do Espírito Santo. A unção é como o óleo na máquina pesada e seca; é como a energia elétrica no fio ligado ao bonde. Segue-se, portanto, que devemos pedir o Espírito Santo antes de tudo (Lucas 11:12, Atos 8:15, Efésios 5:18, Lucas 24:49 e Atos 1:8).


Pode-se comparar a nossa radioatividade espiritual, não só ao metal acima citado (rádio), mas ao próprio receptor do mesmo nome. Ninguém se engana ao ouvir um programa de rádio, pensando que a música e os discursos vêm da sabedoria e aptidões do aparelho, pois todos sabem que vêm dos profissionais que, perante o microfone, dão vida aos nossos receptores. Da mesma forma, temos de esperar poder e eloquência própria do crente. Certo homem, que foi ouvir Hudson Taylor, conta como ficou desapontado quando o famoso, porém humilde missionário levantou-se para falar. Era de baixa estatura, aparência comum e falava com voz fina e alta. Mas o ouvinte desapontado, subitamente achou-se na presença de Deus. O missionário desprezível o levara para os "lugares celestiais". Mas, por que nem todos os crentes estão cheios de energia, transmitindo música e mensagens como o rádio? É porque, como o rádio não tem sempre o coração sintonizado com o posto emissor de Deus. As irradiações do coração de Deus são ininterruptas, mas o nosso coração, receptor, não as percebe. "Enchei-vos do Espírito" (Efésios 5:18), só pode significar preparar o coração para receber estas ondas espirituais do céu.


Quando o general Booth foi interrogado acerca de seu poder, respondeu: "Vou dizer-vos o segredo. Deus tem tudo o que há em mim. Há homens com mais mentalidade do que eu, homens com oportunidades maiores, porém, desde o dia que senti na alma a condição dos pobres de Londres, e foi-me revelado o que Jesus Cristo pode fazer-lhes, resolvi que Deus havia de possuir tudo o que há em mim. E se houvesse alguma coisa de poder no Exército de Salvação, é porque Deus recebia toda a adoração da minha alma, toda a força da minha vontade para com Ele, e toda a influência da minha vida".


Tudo é questão de nos entregarmos inteiramente ao Espírito Santo. Conta-se que Mendelssohn, certa vez, entrou na grande catedral de Friburgo, onde estava o maior órgão do continente. Então rogou ao velho zelador que o deixasse tocar o órgão. Não, o instrumento é de tanto valor que é proibido aos estranhos tocá-lo. - Mas, eu não o estragarei, e o senhor pode ficar ao meu lado, retrucou Mendelssohn. O velho, por fim, cedeu, e Mendelssohn subiu, sentou-se e começou a passar as mãos sobre as teclas. Do grande órgão saíram tão doces melodias e tão raras harmonias que o velho zelador ficou encantado e exclamou:

- Ora, quem é o senhor?!

- Meu nome é Mendelssohn.

- E eu não queria que Mendelssohn, o grande mestre de música, tocasse no órgão...! disse o

velho.


Quantas discórdias findariam, quantas desarmonias cessariam nas nossas vidas, e quantos ficariam encantados com o poder divino, se deixássemos as mãos do Espírito Santo tocar as

teclas de nossa vida!?



 

Livro: Como preservar a família em tempos de crise – Autor: Orlando Boyer.

Novo tema: Adaptado pelo o autor do Blog!

domingo, 26 de fevereiro de 2017

A Família e o Dízimo


 
 
 

 

"Um dá liberalmente, e se lhe acrescenta mais e mais;

outro poupa mais do que é justo,

mas se empobrece" (Provérbios 11:24).

 

Certo fazendeiro cavou um poço do qual retirou água durante muitos anos para dar de beber a seus animais. Mas, chegando à seca, faltou-lhe a água e foi necessário levar os rebanhos, com grande sacrifício, até o rio. Passando por ali um viajante, perguntou-lhe:

- Por que não experimenta aprofundar o poço?

- Não posso fazê-lo sem perfurar a pederneira.

Porém o viajante insistiu com o fazendeiro e disse-lhe que, apesar de ser a pedra tão dura, com dinamite poder-se-ia descobrir uma veio de água maior do que os que já vira. O fazendeiro animou-se a experimentar. Com a explosão, abriu-se um veio de água que borbulhava a flor da terra. Foi como uma mina de ouro na fazenda.

Muitos crentes estão a enfrentar a sequidão espiritual. Cavam até à pederneira. Têm certeza de que há um manancial de gozo e vida pronto a jorrar logo que o obstáculo for retirado. Mas, será que teremos a coragem que teve o fazendeiro de colocar a dinamite na pederneira e acender o rastilho?

Os que o têm experimentado podem testificar que não há coisa que nos leve a maior profundidade espiritual do que pagar o dízimo. Mas temos de fazê-lo fiel e liberalmente. Todos quantos abandonam esta experiência encontram a fonte da graça entupida. E, não são poucos os que esfriam na fé. A primeira menção do dízimo acha-se no capítulo 14 de Gênesis, onde se conta a história de como Abraão deu a décima parte dos despojos a Melquisedeque, sacerdote do Deus Altíssimo. Isso foi antes da lei mosaica. Mais de trezentos anos antes de Deus dar a lei a Israel no monte Sinai, Jacó fez este voto ao Senhor: "De tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo" (Gênesis 28:22).

Jacó fez esse voto quando se encontrava desamparado e sem dinheiro. Apesar de passar por grande perigo e muita incerteza, cumpriu-o. E o Senhor o abençoou, fazendo-o voltar em paz à casa do seu pai, com grandes possessões. Há exemplos inumeráveis de crentes sem recursos que, como Jacó, fizeram o mesmo voto ao Senhor. E, passadas as provas, mostraram ao mundo como Deus abençoa o seu povo quando este contribui para o crescimento de sua obra.

Todos conhecem a marca do creme dental Colgate. Guilherme Colgate, com dezesseis anos de idade, saiu da casa de seu pai porque faltava o pão para a família. Na estrada, encontrou-se com um velho conhecido que, de joelhos, orou com ele e disse: 'Alguém será, brevemente, o principal fabricante de sabão em Nova York. Espero que sejas tu. Sê um homem prudente; dá teu coração a Cristo; entrega-lhe de cada dólar que receberes a parte que lhe pertence; faz um sabão honesto; no peso dá uma libra inteira e sei que te tomaras próspero e rico". Entrou na grande cidade de Nova York levando consigo tudo que possuía embrulhado numa toalha. Foi com grandes dificuldades que Guilherme encontrou emprego. Com saudades de casa e lembrando-se das palavras da mãe e do velho conhecido que lhe aconselharam a buscar primeiro o reino de Deus e a sua justiça, uniu-se à Igreja de Cristo. Do primeiro dinheiro que recebeu deu a décima parte ao Senhor. Não muito tempo depois de achar esse emprego tornou-se sócio do patrão. Depois de alguns anos, o sócio morreu, e Guilherme Colgate ficou como único proprietário da fábrica. Imediatamente ordenou que o seu guarda-livros abrisse conta corrente para o Senhor, e que lançasse nessa conta, a décima parte de todos os lucros. Guilherme Colgate prosperava; seus negócios cresciam. Sua família foi abençoada. O sabão que fabricava tinha a maior aceitação e por isso enriqueceu como jamais pensara. Começou, então, a dar ao Senhor dois décimos, e prosperou ainda mais. Passou depois a dar três décimos, depois um quarto, e em seguida cinco décimos. Educou sua família, completou todos os planos da sua vida e depois deu todo o lucro ao Senhor.

É claro que a ação de pagar o dízimo não foi anulada com a lei de Moisés. No capítulo 7 de Hebreus, vê-se que o sacerdócio de Melquisedeque, o "Rei de Paz", ainda continua, e que Cristo prossegue a receber dízimos em nossa época (Hebreus 7:8). O dízimo pertence ao Senhor. O inquilino que paga o aluguel duma casa não está dando ao proprietário um presente. Está, apenas, pagando uma dívida, e quando pagamos o dízimo, não fazemos mais do que pagar a parte que o dono de todas as coisas reserva para si. "Todos os dízimos da terra, ou sejam da semente da terra, ou seja, das frutas das árvores, pertencem a Jeová: santos são a Jeová" (Levítico 27:30). Deus é o proprietário, nós os inquilinos e não devemos, portanto, falhar em pagar o "aluguel" que é a décima parte de nosso salário.

Lemos ainda no mesmo lugar: "Se alguém quiser remir uma parte dos seus dízimos, ajuntar-lhe-á uma quinta parte" (Levítico 27:31). Isto é: se lançarmos mão da parte que pertence a Deus, no dízimo, devemos devolvê-la à tesouraria do Senhor, acrescentando-lhe a quinta parte. O dízimo é para o sustento daqueles que trabalham no ministério da Palavra. Em Números 18:24, lemos que os dízimos eram para o sustento dos levitas. Como estes não tinham herança como as outras tribos, era-lhes facultado receber o sustento dos seus irmãos. Este é o tipo dos que são chamados hoje por Deus, e santificados pelo Espírito Santo, a pregar o Evangelho. Vendo-se eles sem recursos e sem emprego, o Senhor Deus ordena acerca deles: "Os que proclamam o Evangelho, que vivam do Evangelho" (1ª Coríntios 9:14). Os que não pagam o dízimo estão roubando a Deus. Depois de Ele perguntar através do profeta: "Acaso roubará o homem a Deus?" acrescenta: "Contudo vós me roubais... nos dízimos e nas ofertas" (Malaquias 3:8). Não há governo que não exija a punição dos que sonegam os impostos. Mas será menor crime roubar a Deus do que ao próximo? Na vinda do Senhor, aqueles que não observam a mordomia cristã ficarão envergonhados ao constatarem que, com os seus dízimos e ofertas, poder-se-ia ganhar outros milhões de almas para Cristo. O não pagamento dos dízimos acarreta terríveis consequências para o Reino de Deus. Há muitos ministros passando necessidades; o progresso de não poucas igrejas acha-se comprometido. A exortação do profeta continua a ser: "Trazei o dízimo todo à casa do tesouro para que haja mantimento na minha casa" (Malaquias 3:10-12).

Não se podem empregar os dízimos para sustentar obras de caridade, ou enviá-lo para um determinado obreiro em particular. O que paga o dízimo não está dando de seu próprio dinheiro, mas do que pertence ao Senhor, por isto ordena a Palavra de Deus: "Trazei o dízimo todo à casa do Senhor" (Malaquias 3:10). O Senhor quer que o dízimo todo seja entregue na sua casa. Compare Deuteronômio 12.11. Como acontece em todos os mandamentos, a ordenança acerca dos dízimos faz-se acompanhar de promessas: "Trazei o dízimo todo à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se não vos abrir eu as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção até que não haja mais lugar para a recolherdes. Por amor de vós reprovarei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; nem a vossa vide perderá no campo o seu fruto antes de tempo, diz o Senhor dos Exércitos. Todas as nações vos chamarão ditosos; porque vós sereis uma terra deleitosa, diz Jeová dos Exércitos" (Malaquias 3:10-12). O que rouba a Deus nos dízimos torna-se pobre material e espiritualmente. Como o Senhor poderá abençoar ao que o defrauda? Os pregadores de maior fé já provaram que o melhor conselho a dar àqueles que não pagam suas dívidas é que comecem a pagar ao Senhor o décimo do pouco que recebem. Deus não pode falhar na sua promessa: "Um dá liberalmente, e se lhe acrescenta mais e mais; outro poupa mais do que é justo, mas se empobrece" (Provérbios 11:24).

O filho de Deus que começa apagar o dízimo fica surpreso, pelo menos com cinco coisas:


1) Como tem tanto dinheiro para a obra do Senhor!
2) Como os nove décimos, com a bênção de Deus, compram mais que os dez sem esta
bênção!
3) Como a vida espiritual torna-se mais abundante!
4) Como é fácil depois de pagar o dízimo ter com o que contribuir ainda mais com a Obra
de Deus!
5) Como é concedida sabedoria ao administrador fiel para gerir os nove décimos que ficam
em suas mãos!

Como é triste morar em boa casa, quando se sabe que a casa de Deus está em ruínas! E como é lastimoso semear muito sem nada ceifar; comer sem se fartar, beber sem se saciar, vestir-se sem ficar quente e receber salário só para pô-lo em saco furado. E tudo isto tem aplicação tanto material como espiritualmente.

Os magos do oriente seguiram o pequeno clarão da estrela, por muitos dias. Quando, por fim, contemplaram a Luz verdadeira, movidos de profunda gratidão, abriram seus cofres e ofertaram o melhor que tinham. O que deram não era o dízimo, mas ofertas mais que liberais, provando que reconheciam as beneficências que recebiam de Deus. Podemos nós aceitar a vida eterna das mãos feridas de Cristo sem lhe ofertar mais que os poucos centavos de troco que se encontram no bolso, depois de gastarmos quase tudo para nós mesmos?

 
Um homem de grandes recursos voltava do cais depois de presenciar a saída de um navio.

Lá, encontrou-se com um conhecido que lhe disse:

- Pareces-me muito alegre.

- Sim, estou alegre. Naquele navio tenho uma elevadíssima soma em material e aparelhos

necessários para levantar um hospital para os pobres na China.

Como é glorioso! Sinto-me muito feliz em saber de tão grande contribuição. Tenho, também, uma oferta no navio. A minha única filha está a bordo; viaja para a China, onde dedicará sua vida como missionária.

O rico, comovido, olhou para seu amigo e exclamou: "Meu irmão, acho que não estou dando

nada em comparação com o teu sacrifício!".

Além de investirmos na educação e no futuro de nossos filhos, precisamos levá-los a se dedicarem completamente ao Reino de Deus. Caso contrário, jamais serão bem sucedidos; não pode haver sucesso, onde o Reino de Deus e a sua justiça não são colocados em primeiro lugar. Por que para alguns crentes torna-se tão difícil vencer a carne e contribuir à obra de Deus?

Tomemos, pois, o exemplo das igrejas da Macedônia: "Eles não só fizeram como esperávamos, mas deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor" (2ª Coríntios 8:5).

 
Certa vez um valente soldado, que perdera a perna em defesa da pátria, foi apresentado a um grande auditório. O herói foi recebido com grandes aplausos. Quando se fez silêncio, declarou:

"Não, isto é um erro! Eu não perdi perna, nem coisa alguma, na guerra. Entregamos tudo o que tínhamos à pátria; o que nos restou é lucro".

Que pensas tu, soldado cristão?

 

 

Livro: Como preservar a família em tempos de crise – Autor: Orlando Boyer.

Novo tema: Adaptado pelo o autor do Blog!