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segunda-feira, 2 de abril de 2018

Desgastes ministeriais de um pastor



 
Muitos pastores ao longo de sua caminhada com Cristo estão sendo alcançados pelos desgastes ministeriais. Será que tal fato é inerente à função pastoral? Existem fatores que, quando não observados, contribuem para essa triste realidade?

Estou lendo o livro “Pastores em Perigo”, autor: Jaime Kemp da editora Hagnos que retrata de forma bem prática e esclarecedora sobre os diversos perigos na vida pastoral. A leitura está me proporcionando um “mapa” com “bússola” sobre essa nobre missão delegada por Cristo. Dentre tantas preciosidades que o livro aborda, cinco problemas são mencionados (páginas 227 e 228) como causadores de cansaço e estafa tanto do pastor como também da esposa. São eles:


PROBLEMA 1: O ministério é difícil de ser controlado porque não se enquadra ao horário comercial;


PROBLEMA 2: Os pastores são muito vulneráveis à tentação de um relacionamento extraconjugal porque lidam com pessoas carentes, às vezes, não correspondidas em seu amor, e separadas, deprimidas, com problemas psicológicos;

 
PROBLEMA 3: As atividades pastorais, frequentemente, são indefinidas, ocasionando falta de limite e dificuldade em dizer NÃO!;


PROBLEMA 4: O rebanho observa atentamente o pastor e sua esposa. Cada membro constrói suas fantasias em relação ao casal e acha que tem resposta correta de como a família pastoral deve ser e proceder; e


PROBLEMA 5: Quando o pastor é mal remunerado pela igreja, muitas vezes, sua esposa é forçada a trabalhar. Não raramente, o próprio ministro busca um emprego que o ajude a completar o orçamento.

 

 

 


quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Três coisas importantes sobre o neófito na fé








Não pode ser recém-convertido, para que não se ensoberbeça e caia na mesma condenação em que caiu o Diabo.” (1º Timóteo 3:6)


No capítulo 3 de sua carta o Apóstolo Paulo ensina ao jovem Timóteo uma série de observações a serem respeitadas e que o ajudarão em sua liderança. Dentro desses ensinamentos está o versículo seis falando sobre o neófito na fé. Neófito significa um novo convertido ou um recém-convertido.

A primeira coisa a se observar é que a nossa experiência cristã necessita de tempo na fé para se adquirir uma boa maturação cristã. Uma vez exercendo a liderança, o neófito, ainda não alcançou esse estágio, pois lhe falta experiência, conhecimento e força na fé;

A segunda coisa é a carência de obreiros na Casa de Oração. Tal deficiência tem feito muitos líderes deixarem de observar tal coisa. O que se vê então? Pessoas exercendo funções de forma completamente equivocadas. Afirmo dizer que é melhor não ter quem colocar do que colocar a pessoa errada na liderança; e

A terceira e última coisa é o perigo do orgulho que é um efeito prejudicial na vida de qualquer cristão. Lisonjas, elogios e tapinhas nas costas estão derrubando muitos cristãos, entre eles os neófitos na fé. No grego neófito – neophutos – significa recém-plantado. Tudo que é recém-plantado ainda não firmou raízes a ponto de suportar toda carga que uma liderança exige.














sábado, 23 de dezembro de 2017

Devem os cristãos celebrar o Natal?








O debate sobre se os cristãos devem ou não celebrar o Natal tem sido discutido por séculos. Há cristãos igualmente sinceros e comprometidos em ambos os lados da questão, cada um com várias razões por que o Natal deve (ou não) ser comemorado em lares cristãos. Entretanto, o que diz a Bíblia? A Bíblia dá uma direção clara quanto a se o Natal é um feriado para ser comemorado pelos cristãos?

Primeiro, vamos dar uma olhada em algumas razões por que alguns cristãos não celebram o Natal. Um argumento contra o Natal é que as tradições que cercam o feriado têm origem no paganismo. A busca por informações confiáveis sobre este tema é difícil porque as origens de muitas das nossas tradições são tão obscuras que as fontes muitas vezes se contradizem. Sinos, velas e decorações natalinas são mencionados na história do culto pagão, mas o seu uso no próprio lar certamente não indica um retorno ao paganismo. Embora algumas tradições definitivamente possuam raízes pagãs, existem muitas mais tradições associadas com o verdadeiro significado do Natal -- o nascimento do Salvador do mundo em Belém. Sinos são tocados para espalhar a alegre notícia, velas são acesas para lembrar-nos de que Cristo é a Luz do mundo (João 1:4-9), uma estrela é colocada no topo de uma árvore de Natal para simbolizar a Estrela de Belém e presentes são trocados para nos lembrar dos presentes dos magos a Jesus, o maior dom de Deus para a humanidade.

Um outro argumento contra o Natal, especialmente em ter uma árvore de Natal, é que a Bíblia proíbe trazer árvores a nossas casas e decorá-las. A passagem frequentemente citada é Jeremias 10:1-16, mas ela se refere a cortar árvores, esculpir a madeira para fazer um ídolo e em seguida decorar o ídolo com prata e ouro com a finalidade de curvar-se perante ele para adorá-lo (ver também Isaías 44:9-18). A passagem em Jeremias não pode ser retirada de seu contexto e usada para fazer um argumento legítimo contra as árvores de Natal.

Os cristãos que optam por ignorar o Natal apontam ao fato de que a Bíblia não nos dá a data do nascimento de Cristo, o que é certamente verdade. 25 de dezembro talvez não seja nem perto do tempo em que Jesus nasceu, e os argumentos de ambos os lados são inúmeros, alguns relacionados com o clima em Israel, com as práticas dos pastores no inverno e com as datas do censo romano. Nenhum desses pontos estão sem certa quantidade de conjectura, o que nos leva de volta ao fato de que a Bíblia não nos diz quando Jesus nasceu. Alguns veem isso como uma prova positiva de que Deus não queria que celebrássemos o nascimento, enquanto outros veem o silêncio da Bíblia sobre a questão como uma aprovação tácita.

Alguns cristãos dizem que já que o mundo comemora o Natal -- embora esteja ficando cada vez mais politicamente correto referir-se a ele como "boas festas" -- os cristãos devem evitá-lo. Entretanto, esse é o mesmo argumento feito por falsas religiões que negam a Cristo completamente, bem como pelas seitas (como as Testemunhas de Jeová) que negam a Sua divindade. Os cristãos que celebram o Natal muitas vezes veem a ocasião como uma oportunidade para proclamar Cristo como "a razão para a temporada" entre as nações e àqueles presos a falsas religiões.

Como vimos, não há nenhuma razão bíblica legítima para não celebrar o Natal. Ao mesmo tempo, também não há mandamento bíblico para celebrá-lo. No final, é claro, celebrar ou não o Natal é uma decisão pessoal. Qualquer que seja a resolução dos cristãos a respeito, os seus pontos de vista não devem ser usados como um bastão com o qual bater ou denegrir pessoas com opiniões contrárias, nem se deve enxergar certa opinião como um símbolo de honra que encoraje o orgulho por celebrar ou não. Como em todas as coisas, buscamos a sabedoria dAquele que a dá liberalmente a todos os que pedem (Tiago 1:5) e aceitamos uns aos outros em graça e amor cristão, independentemente das nossas opiniões sobre o Natal.
 

Observação: Diante de tantas argumentações sobre a questão, exponho aqui, a resposta mais coerente e sensata sobre o assunto!



Fonte: https://www.gotquestions.org/Portugues/pergunta-semana.html

sábado, 9 de dezembro de 2017

Deuses escondidos







(Êxodo 20:3)

“Não terás outros deuses diante de mim”.



Todos nós quando nos deparamos com esse versículo que faz parte do decálogo, imediatamente somos remetidos às imagens de esculturas. É com esse propósito, sim, que Deus o assim escreveu.



Esses deuses são visíveis, porém os maiores deuses estão dentro de nós e ficam lá escondidos de forma secreta. Deuses do orgulho, deuses da soberba, deuses da inveja, deuses da cobiça entre outros. 


Quais são os deuses que você tem alimentado com o seu comportamento? Não sirva a dois senhores, sirva somente ao Deus de Israel. Sirva a Jesus!

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Na força do seu braço




(Êxodo 2:12)
“E olhou a um e a outro lado e, vendo que não havia ninguém ali, matou ao egípcio, e escondeu-o na areia”.
 
Tem pessoas que só sabem resolver os seus problemas na força dos seus braços. Geralmente são impacientes e imediatistas sendo também características de jovens. Confundem músculos com cérebro! Moisés achava que os seus braços também tinham poder para resolver as coisas.
Deus te capacitou com inteligência e no poder de sua Palavra concedeu-lhe sabedoria mediante, unicamente, através das Escrituras Sagradas. Aprenda a orar recebendo a direção de Deus. A oração, em muitos casos, é melhor do que as palavras. Os músculos são importantes, mas desde que obedeça à Palavra de Deus.
Deus te abençoe!     

 

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

O que você tem levado em sua bagagem?




(1º Samuel 25:18)

“Então Abigail se apressou, e tomou duzentos pães, e dois odres de vinho, e cinco ovelhas guisadas, e cinco medidas de trigo tostado, e cem cachos de passas, e duzentas pastas de figos passados, e os pôs sobre jumentos”.

 

Já deu uma olhada hoje em sua bagagem? Dê uma olhadinha e veja se não anda carregando coisas que não deveria carregar. Às vezes o peso é devido às coisas inúteis que lá estão e se assim você anda, faz-se necessário esvaziar. Sei que em muitas vezes é difícil ter coragem de fazer isso, porém não seja teimoso (a).

Podemos aprender com Abigail que ao preparar a sua bagagem demonstra que se trata de uma mulher que busca apaziguar os ânimos. Você tem promovido a paz ou a discórdia? Ela mandou preparar uma bela bagagem com alimentos proporcionando a paz e intercedendo pelo seu esposo Nabal. Davi a recebeu e o seu objetivo foi alcançado.

O que você transporta diz quem és?

 

(Isaías 52:7)

“Quão formosos são, sobre os montes, os pés do que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, do que anuncia o bem, que faz ouvir a salvação, do que diz a Sião: O teu Deus reina!”