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terça-feira, 15 de maio de 2018

Jonh Wesley na cidade de Bristol






A pregação de Wesley, além de salvacionista, passa pelo viés social. A cidade de Bristol, na Inglaterra, era um porto marítimo e em rápida expansão. Por volta de 1739, a população operária estava confinada em casas úmidas, em ruas escuras e estreitas.

Os serviços assistenciais da cidade faliram. As antigas e elegantes igrejas fracassaram em suprir as necessidades espirituais da população. Começaram a ocorrer distúrbios em protesto contra as precárias condições de vida. A igreja Anglicana proibia qualquer pregação fora do templo da igreja. John Wesley resolveu pregar aos pobres em grande aflição, uma mensagem de libertação, restauração e liberdade em Cristo. Reuniu-os em uma elevação, perto da cidade, cerca de três mil pessoas. Wesley começou a lutar por preços justos, por salários com os quais fosse possível viver, por ambientes saudáveis de trabalho. Questionou os postulados econômicos da sua época. Foi contra as guerras, a produção e o consumo de bebidas alcoólicas, contra o trabalho infantil, mas também contra a escravidão de africanos.

Nas praças de Londres, Bristol e Newcastlhe, o evangelho era oferecido ao público em pregações ao ar livre, para vinte e até trinta mil pessoas. George Whitifield também pregava com grande eloquência.



Fonte: F.Franklin, Gigantes da Fé – Editora Vida ano 2006, pág. 234.

domingo, 29 de abril de 2018

A Bíblia, seu melhor aplicativo




Você se lembra de quando os telefones eram usados somente para fazer ligações? Com a chegada do smartphone, o que antes era usado para falar com alguém, agora se tornou em banco de dados. Ao adicionar os aplicativos ao seu celular, você pode ler notícias de esportes, jogar, planejar viagens, encontrar um apartamento ou qualquer coisa dentro dos mais de cem mil outros serviços disponíveis com um aplicativo.

É muito surpreendente, porém os aplicativos para telefones não se comparam aos apps oferecidos pelas Escrituras. As aplicações da Bíblia são lembretes de Deus para nos ensinar a aplicar a verdade da Sua Palavra em todas as áreas de nossa vida.

Considere Filipenses 2, por exemplo:

- aplicativo de unidade (2:2);

- aplicativo da humildade (2:3);

- aplicativo da não murmuração (2:14); e

- aplicativo para brilhar como luzes (2:15).

Veja também as instruções de Efésios 5, por exemplo:

- aplicativo para imitar Deus (5:1);

- aplicativo para andar em amor (5:2);

- aplicativo para ser puro (5:3); e

- aplicativo para o uso da língua (5:4).

Você não precisa esperar que alguém lhe ofereça isso na internet. Abra a sua Bíblia e veja as centenas de maneiras sobre como aplicar as Escrituras em sua vida. Você tem dúvidas sobre a vida cristã? Examine a Bíblia. As respostas estão lá, aguardando por serem descobertas.

 

Fonte: Pão Diário, edição último trimestre de 2017 – pág. 2.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Desgastes ministeriais de um pastor



 
Muitos pastores ao longo de sua caminhada com Cristo estão sendo alcançados pelos desgastes ministeriais. Será que tal fato é inerente à função pastoral? Existem fatores que, quando não observados, contribuem para essa triste realidade?

Estou lendo o livro “Pastores em Perigo”, autor: Jaime Kemp da editora Hagnos que retrata de forma bem prática e esclarecedora sobre os diversos perigos na vida pastoral. A leitura está me proporcionando um “mapa” com “bússola” sobre essa nobre missão delegada por Cristo. Dentre tantas preciosidades que o livro aborda, cinco problemas são mencionados (páginas 227 e 228) como causadores de cansaço e estafa tanto do pastor como também da esposa. São eles:


PROBLEMA 1: O ministério é difícil de ser controlado porque não se enquadra ao horário comercial;


PROBLEMA 2: Os pastores são muito vulneráveis à tentação de um relacionamento extraconjugal porque lidam com pessoas carentes, às vezes, não correspondidas em seu amor, e separadas, deprimidas, com problemas psicológicos;

 
PROBLEMA 3: As atividades pastorais, frequentemente, são indefinidas, ocasionando falta de limite e dificuldade em dizer NÃO!;


PROBLEMA 4: O rebanho observa atentamente o pastor e sua esposa. Cada membro constrói suas fantasias em relação ao casal e acha que tem resposta correta de como a família pastoral deve ser e proceder; e


PROBLEMA 5: Quando o pastor é mal remunerado pela igreja, muitas vezes, sua esposa é forçada a trabalhar. Não raramente, o próprio ministro busca um emprego que o ajude a completar o orçamento.

 

 

 


quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Três coisas importantes sobre o neófito na fé








Não pode ser recém-convertido, para que não se ensoberbeça e caia na mesma condenação em que caiu o Diabo.” (1º Timóteo 3:6)


No capítulo 3 de sua carta o Apóstolo Paulo ensina ao jovem Timóteo uma série de observações a serem respeitadas e que o ajudarão em sua liderança. Dentro desses ensinamentos está o versículo seis falando sobre o neófito na fé. Neófito significa um novo convertido ou um recém-convertido.

A primeira coisa a se observar é que a nossa experiência cristã necessita de tempo na fé para se adquirir uma boa maturação cristã. Uma vez exercendo a liderança, o neófito, ainda não alcançou esse estágio, pois lhe falta experiência, conhecimento e força na fé;

A segunda coisa é a carência de obreiros na Casa de Oração. Tal deficiência tem feito muitos líderes deixarem de observar tal coisa. O que se vê então? Pessoas exercendo funções de forma completamente equivocadas. Afirmo dizer que é melhor não ter quem colocar do que colocar a pessoa errada na liderança; e

A terceira e última coisa é o perigo do orgulho que é um efeito prejudicial na vida de qualquer cristão. Lisonjas, elogios e tapinhas nas costas estão derrubando muitos cristãos, entre eles os neófitos na fé. No grego neófito – neophutos – significa recém-plantado. Tudo que é recém-plantado ainda não firmou raízes a ponto de suportar toda carga que uma liderança exige.














sábado, 23 de dezembro de 2017

Devem os cristãos celebrar o Natal?








O debate sobre se os cristãos devem ou não celebrar o Natal tem sido discutido por séculos. Há cristãos igualmente sinceros e comprometidos em ambos os lados da questão, cada um com várias razões por que o Natal deve (ou não) ser comemorado em lares cristãos. Entretanto, o que diz a Bíblia? A Bíblia dá uma direção clara quanto a se o Natal é um feriado para ser comemorado pelos cristãos?

Primeiro, vamos dar uma olhada em algumas razões por que alguns cristãos não celebram o Natal. Um argumento contra o Natal é que as tradições que cercam o feriado têm origem no paganismo. A busca por informações confiáveis sobre este tema é difícil porque as origens de muitas das nossas tradições são tão obscuras que as fontes muitas vezes se contradizem. Sinos, velas e decorações natalinas são mencionados na história do culto pagão, mas o seu uso no próprio lar certamente não indica um retorno ao paganismo. Embora algumas tradições definitivamente possuam raízes pagãs, existem muitas mais tradições associadas com o verdadeiro significado do Natal -- o nascimento do Salvador do mundo em Belém. Sinos são tocados para espalhar a alegre notícia, velas são acesas para lembrar-nos de que Cristo é a Luz do mundo (João 1:4-9), uma estrela é colocada no topo de uma árvore de Natal para simbolizar a Estrela de Belém e presentes são trocados para nos lembrar dos presentes dos magos a Jesus, o maior dom de Deus para a humanidade.

Um outro argumento contra o Natal, especialmente em ter uma árvore de Natal, é que a Bíblia proíbe trazer árvores a nossas casas e decorá-las. A passagem frequentemente citada é Jeremias 10:1-16, mas ela se refere a cortar árvores, esculpir a madeira para fazer um ídolo e em seguida decorar o ídolo com prata e ouro com a finalidade de curvar-se perante ele para adorá-lo (ver também Isaías 44:9-18). A passagem em Jeremias não pode ser retirada de seu contexto e usada para fazer um argumento legítimo contra as árvores de Natal.

Os cristãos que optam por ignorar o Natal apontam ao fato de que a Bíblia não nos dá a data do nascimento de Cristo, o que é certamente verdade. 25 de dezembro talvez não seja nem perto do tempo em que Jesus nasceu, e os argumentos de ambos os lados são inúmeros, alguns relacionados com o clima em Israel, com as práticas dos pastores no inverno e com as datas do censo romano. Nenhum desses pontos estão sem certa quantidade de conjectura, o que nos leva de volta ao fato de que a Bíblia não nos diz quando Jesus nasceu. Alguns veem isso como uma prova positiva de que Deus não queria que celebrássemos o nascimento, enquanto outros veem o silêncio da Bíblia sobre a questão como uma aprovação tácita.

Alguns cristãos dizem que já que o mundo comemora o Natal -- embora esteja ficando cada vez mais politicamente correto referir-se a ele como "boas festas" -- os cristãos devem evitá-lo. Entretanto, esse é o mesmo argumento feito por falsas religiões que negam a Cristo completamente, bem como pelas seitas (como as Testemunhas de Jeová) que negam a Sua divindade. Os cristãos que celebram o Natal muitas vezes veem a ocasião como uma oportunidade para proclamar Cristo como "a razão para a temporada" entre as nações e àqueles presos a falsas religiões.

Como vimos, não há nenhuma razão bíblica legítima para não celebrar o Natal. Ao mesmo tempo, também não há mandamento bíblico para celebrá-lo. No final, é claro, celebrar ou não o Natal é uma decisão pessoal. Qualquer que seja a resolução dos cristãos a respeito, os seus pontos de vista não devem ser usados como um bastão com o qual bater ou denegrir pessoas com opiniões contrárias, nem se deve enxergar certa opinião como um símbolo de honra que encoraje o orgulho por celebrar ou não. Como em todas as coisas, buscamos a sabedoria dAquele que a dá liberalmente a todos os que pedem (Tiago 1:5) e aceitamos uns aos outros em graça e amor cristão, independentemente das nossas opiniões sobre o Natal.
 

Observação: Diante de tantas argumentações sobre a questão, exponho aqui, a resposta mais coerente e sensata sobre o assunto!



Fonte: https://www.gotquestions.org/Portugues/pergunta-semana.html

sábado, 9 de dezembro de 2017

Deuses escondidos







(Êxodo 20:3)

“Não terás outros deuses diante de mim”.



Todos nós quando nos deparamos com esse versículo que faz parte do decálogo, imediatamente somos remetidos às imagens de esculturas. É com esse propósito, sim, que Deus o assim escreveu.



Esses deuses são visíveis, porém os maiores deuses estão dentro de nós e ficam lá escondidos de forma secreta. Deuses do orgulho, deuses da soberba, deuses da inveja, deuses da cobiça entre outros. 


Quais são os deuses que você tem alimentado com o seu comportamento? Não sirva a dois senhores, sirva somente ao Deus de Israel. Sirva a Jesus!