terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Paulo e Seus Colaboradores (parte 2/3)

 



Cooperação no ministério segundo Colossenses 4.

O Ministério Frutífero É Sempre Comunitário

Paulo não tenta ser “o herói da fé”. Ele faz questão de citar colaboradores, reconhecer esforços, honrar irmãos e trabalhar em equipe.

Isso ensina que:

·         O ministério cristão é compartilhado.

·         A visão apostólica não é individualista, mas comunitária.

·         Servir sozinho é perigoso, cansativo e antibíblico.

·         Deus distribui dons diferentes porque o Reino exige funções diferentes.

A igreja moderna sofre quando espera que um pastor faça tudo, ou quando cria ministérios isolados que não conversam entre si.
O corpo cresce quando os membros cooperam.

A Cooperação Gera Resistência nas Lutas

Repare a frase sobre Aristarco:

“meu companheiro de prisão” (Cl 4:10)

E sobre Epafras:

“muito se esforça por vós em oração” (Cl 4:12)

E sobre Tíquico:

“fiel ministro e conservo no Senhor” (Cl 4:7)

Essas expressões revelam que a cooperação não é só para momentos fáceis.
É para prisões, lutas, rejeições, vitórias, dúvidas e guerras espirituais.

Sozinhos, desanimamos.

Juntos, resistimos.

A Comunhão no Ministério é Também Formação Espiritual

Cada nome citado moldou a fé dos demais:

·         Paulo discipulou Marcos,

·         Marcos foi restaurado por Barnabé,

·         Epafras formou a igreja de Colossos,

·         Lucas registrou a história da igreja primitiva,

·         Onésimo se tornou um exemplo de transformação.

Ninguém se torna maduro no isolamento.

Deus nos forma através de relacionamentos.

A cooperação ministerial é um ambiente de:

·         correção,

·         encorajamento,

·         restauração,

·         intercessão,

·         maturidade.


Parte: 2/3

Fonte: https://ebdbelem.com.br/paulo-e-seus-colaboradores-o-modelo-apostolico-de-um-ministerio-colaborativo


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