Cooperação no ministério segundo Colossenses 4.
O Ministério Frutífero É Sempre
Comunitário
Paulo não tenta ser “o herói da fé”. Ele faz
questão de citar colaboradores, reconhecer esforços, honrar irmãos e trabalhar
em equipe.
Isso ensina que:
·
O
ministério cristão é compartilhado.
·
A visão
apostólica não é individualista, mas comunitária.
·
Servir
sozinho é perigoso, cansativo e antibíblico.
·
Deus
distribui dons diferentes porque o Reino exige funções diferentes.
A igreja moderna sofre quando espera que um pastor
faça tudo, ou quando cria ministérios isolados que não conversam entre si.
O corpo cresce quando os membros cooperam.
A Cooperação Gera Resistência nas
Lutas
Repare a frase sobre Aristarco:
“meu companheiro de prisão” (Cl 4:10)
E sobre Epafras:
“muito se esforça por vós em
oração” (Cl
4:12)
E sobre Tíquico:
“fiel ministro e conservo no
Senhor” (Cl
4:7)
Essas expressões revelam que a cooperação
não é só para momentos fáceis.
É para prisões, lutas, rejeições, vitórias, dúvidas e guerras espirituais.
Sozinhos, desanimamos.
Juntos, resistimos.
A Comunhão no Ministério é Também
Formação Espiritual
Cada nome citado moldou a fé dos demais:
·
Paulo
discipulou Marcos,
·
Marcos
foi restaurado por Barnabé,
·
Epafras
formou a igreja de Colossos,
·
Lucas
registrou a história da igreja primitiva,
·
Onésimo
se tornou um exemplo de transformação.
Ninguém se torna maduro no
isolamento.
Deus nos forma através de relacionamentos.
A cooperação ministerial é um ambiente de:
·
correção,
·
encorajamento,
·
restauração,
·
intercessão,
·
maturidade.
Parte: 2/3
Fonte: https://ebdbelem.com.br/paulo-e-seus-colaboradores-o-modelo-apostolico-de-um-ministerio-colaborativo
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